Humor Corporativo

Trabalhar hoje é muito engraçado!

 

Levar as coisas com humor é a melhor saída. Até mesmo os momentos de raiva e explosão de nossos clientes são hilárias, se vistas de uma outra perspectiva. Além disso, se levarmos a vida tão a sério não teremos nenhum momento de felicidade e de risos. Ao final, o que contaremos que fizemos com o tempo que nos foi dado?

 

O humor é uma das chaves para a compreensão de culturas, religiões e costumes das sociedades num sentido amplo, sendo elemento vital da condição humana. O homem é o único animal que ri, e através dos tempos a maneira humana de sorrir modifica-se acompanhando os costumes e correntes de pensamento.

 

Enfim, nesta seção iremos compartilhar, sem identificar ninguém muito menos querer ofender, causos de humor corporativo que dariam uma boa comédia. Mas nosso objetivo continua sendo o aprendizado organizacional, só que nesta seção através das pérolas humorísticas que nos são contadas como sabedoria, todos os dias. Vamos aos risos!!!

 

Se você tiver uma história que mereça ser publicada nesta seção, escreva como um “comentário” nesta página que nós iremos avaliar. Sendo uma boa história, digna de tirinhas de Dilbert, será  publicada na seção Humor Corporativo do Blog do Pensador Mercadológico.

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  • #1 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Em um certo planejamento estratégico, utilizávamos vários cases de marcas para ilustrar ações bem sucedidas. A certo ponto da conversa, um gerente de uma empresa queria também dar sua contribuição, mas não lembrava do nome da marca cujo case estava citando e saiu com essa:

    “…aquela fábrica de baurús.”

    A marca era o McDonald’s. A frase, uma pérola.

  • #2 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Durante um workshop eram apresentados diversos conceitos em estratégia para certa empresa. Toda diretoria reunida ouvia atentamente. No final, como de costume, o consultor pergunta se alguém tinha alguma dúvida. Um diretor levanta o braço e se sai com essa:

    “O que o senhor acha da ginástica laboral?”

    Realmente havia dúvidas, sérias dúvidas.

  • #3 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Alto debate sobre participação de mercado das marcas e a expressão market share andava solta. Era share para cá e share para lá. Até certo ponto um gerente industrial perguntar, afinal o que era o tal share. Respondemos que significava participação. E o matuto saiu com essa:

    “Então aquela atriz, a Share Stone quer dizer ´Participação de Pedra´?

    Realmente, duro como pedra.

  • #4 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    É comum utilizarmos na linguagem empresarial termos adotados de outras áreas do conhecimento. No entanto, isso pode gerar confusão em alguns mais desavisados. Frases como os exemplos seguintes, foram ouvidas em ambientes corporativos:

    – Faixa ETÁRIA de preços
    – Mortalidade INFANTIL das empresas

    Difícil mesmo foi descobrir qual a “idade” dos preços ou quais empresas são crianças…

  • #5 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    O mundo corporativo é cheio de metáforas. Usadas para o bem e às vezes nem tanto. Em certa reunião o gerente de uma empresa estava glorioso e radiante com os resultados e não poupou a metáfora:

    “Agora tiramos a cenoura de trás. E estamos com ela na mão para pôr em que estiver na nossa frente!”

    E sai da frente que lá vem gente (e a cenoura).

  • #6 escrito por Gustavo Campos
    há 7 anos atrás

    Estava eu apresentando os resultados de uma pesquisa nada satisfatórios para o presidente de uma construtora. Os negócios iam mal e a empresa dele, a medida que faziam mais ações para reverter o quadro, mais parece que “entrava agua no navio”. Ate que em determinada fase da pesquisa este executivo levanta de sua cadeira e diz aos seus executivos, de forma inspirada, aquela frase de motivação: se eu tivesse um circo, o anão cresceria.

    Exemplo de lideranca inspiradora não e mesmo?
    Vamos segui-lo?

  • #7 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Certa marca esportiva havia encomendado uma pesquisa qualitativa para entender a percepção dos consumidores sobre ela. Na apresentação dos resultados, uma frase foi destacada:

    “Quando lembro da marca, penso em um cara correndo…”

    Gritos de euforia na sala, a percepção era relacionada a esportes, como se desejava. Mas o complemento da mesma frase era:

    “…atrás de um ônibus.”

    Silêncio absoluto se fez.

  • #8 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    A agência de comunicação apresenta 3 possibilidades de execução de uma campanha. Uma mais duvidosa que a outra. Na sala, o cliente aparenta desapontamento. Por educação, ao final, cumprimento o publicitário, dando parabéns pelo trabalho. A resposta dele, visilmente contrariado:

    “Parabéns pra ti!”

    Algo do tipo: privilegiado é você que me assistiu.

  • #9 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Um certo gerente vendia um apartamento do tempo que havia morado na Boa Viagem em Recife. Falava apenas por telefone com o comprador interessado, um tal de sr. Edson. Depois de diversas conversas o negócio foi fechado. Estava trabalhando em São Paulo na sede da empresa quando seu auxiliar diz que um tal de sr Edson estava ao telefone. Na correria do trabalho não lembrava mais de quem se tratava e mandou perguntar que Edson era. No retorno, o auxiliar volta branco como papel e gaguejando:

    “É o Pe…pe…pe…Pelé, o rei do futebol.”

    Surpresa absoluta.

  • #10 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Terminando o Business Plan para um investidor faltava o mais importante: a projeção de vendas. Números e mais números, mas o resultado final continuava ruim. Nisso o gestor teve uma ideia:

    “Não vamos mostrar essa projeção de vendas. Desta forma, tornamos o negócio mais atrativo. Se ele olhar não vai querer fazer o negócio.”

    Fantástico pensamento para resolver problemas.

  • #11 escrito por Gustavo Campos
    há 7 anos atrás

    Em uma importante indústria de moda brasileira, foi contratada uma gerente de varejo trazida de SP. Chegando aqui, ela encontrou um clima informal e jovem na gestão. Ao explicar o que se queria para esta profissional, o seu gestor usava um linguajar “de balcão de bar”. Dizia para ela ‘soca a P…. (nome genérico e popular, mas muito REGIONAL (do RS, termo mais gaudério), do órgão sexual masculino), vamos crescer, vamos pra cima do mercado’. Esta profissional não se mostrava incomodada e concordava com a cabeça. Em uma semana de integração ela deve ter ouvido umas 100 vezes a famosa expressão dos pampas.
    Na semana seguinte, quando foi apresentada na convenção de franqueados, em seu discurso inicial ela começou, do forma calorosa, com “Pessoal, vamos socar a p….”. Ouve um murmúrio interno e uma agitação generalizada, mas ela achou que sua mensagem tinha tocado profundamente os ouvintes.
    Ao final, a gerente de RH falou:
    – Você sabe o que significa P….?
    – Não.
    Então a gerente de RH explicou em detalhes.

    E foi ai que a jovem executiva queria ser um avestruz e esconder a cabeça.

  • #12 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    O trabalho de consultoria corporativa geralmente significa ficar longos períodos em cliente, o que envolve inclusive almoçar com ele. Certa vez, após sair de uma reunião no horário do meio-dia, o consultor comenta que havia um cheiro bom de comida no ar. A resposta do cliente, olhando para o refeitório de sua empresa:

    “Pode ter certeza, não é daqui. Deve ser da chaminé do vizinho.”

    Essa abriu o apetite.

  • #13 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Certo consultor querendo levar adiante uma ideia polêmica convoca o gerente da empresa para a missão de apresentá-la à diretoria corporativa. Após tomar pé da situação, o gerente dispara toda sinceridade:

    “Se eu entrar na reunião carregando essa bandeira, vou sair de lá com ela enfiada em outro lugar.”

    A ideia parou ali e o gerente manteve a dignidade.

  • #14 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Programas de participação em resultados (PPR) são polêmicos em muitas empresas, mas geralmente lembrados para vincular as pessoas com a estratégia da empresa. Em um curtume, certa vez um gestor passou do limite ao ordenar:

    “Eu autorizo vocês a manipularem os números a fim de reduzir o índice de perdas, assim melhoraremos o valor do PPR a ser distribuído nesse semestre.”

    Quebrou o termômetro para esconder a febre.

  • #15 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 7 anos atrás

    Em uma implementação estratégica utilizando o BSC, os participantes entendem que uma diretriz importante é o grau de inovação de produtos. Assim é sugerido um novo indicador na perspectiva de pessoal e tecnologia:

    “Isso mesmo, vamos usar o indicador de número de patentes. Porém, devemos cuidar para quem vai apresentá-lo, pois senão irão nos perguntar se o pessoal aqui da fábrica está com insuficiência de vasos sanitários…”

    O pior é que esse cuidado deveria ser tomado mesmo.

  • #16 escrito por Gustavo Campos
    há 6 anos atrás

    Uma tradicional empresa do RS está passando por uma estruturação muito forte. Para isso contratou as melhores consultorias do mundo. Fiquei sabendo de algumas decisões que notoriamente estão equivocadas para o segmento. No troca a troca com os funcionários desta empresa, está certo de que, dando certo ou errado, eles serão um case relatado na Harvard Business Review.
    É a glória máxima!

  • #17 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Muitas empresas delegam para a consultoria tarefas pesadas que não querem realizar. Certo gestor de uma marca voltada ao público infantil solicita ao consultor antes de uma reunião que cobre forte sua equipe de gerentes. A orientação é seguida e logo após o recado passado, esse gestor interrompe e diz:

    “Não é bem assim, temos que ter calma, não podemos cobrar desse modo.” Contradizendo sua própria orientação, desautorizando a consultoria e eliminando o espírito para perseguir objetivos na sua equipe.

    Menos de um ano depois foi demitido, devido aos péssimos resultados.

  • #18 escrito por Gustavo Campos
    há 6 anos atrás

    Em uma divertida consultoria que trabalhei, o dono estava atarefado com outras coisas e mandou outro consultor pegar algo em seu micro. Ele foi até a sala (que estava cheia de pessoas) e o micro estava travado com senha.
    – Qual a senha?, gritou o consultor
    – É “ASDF”, a mesma do banco!, gritou o dono

    Mas que maravilha. Algo nunca antes imaginado, totalmente a prova de hacker.

  • #19 escrito por Gustavo Campos
    há 6 anos atrás

    Visitas comerciais sempre são bons motivos para humor corporativo. Em uma delas estava eu mostrando o nosso folder. Ao final, o cliente visivelmente encantado, vê as informações de contato, onde estão duas fotos das nossas sedes comerciais, ambas em prédios de mais de 15 andares.
    Para minha surpresa ele finaliza:
    – Não vai dar para mim. Vocês são muito caros!, diz o proprietário da empresa
    – Por que? O que te levou a esta conclusão agora? Estavas gostando de toda a apresentação?
    – Olha o tamanho de vocês! Uma consultoria deste porte. Quantos funcionários vocês tem para trabalhar nestes dois prédios inteiros?

    Foi neste momento que tive que lhe dizer que tínhamos apenas uma sala em cada um dos prédios e não o prédio inteiro era nosso. Depois disso acho que vou colocar uma setinha vermelha na foto, indicando a nossa sala.
    Que criatividade!

  • #20 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Convenções de venda são momentos geralmente engraçados. Em uma empresa de moda feminina o clima já era da tradicional cobrança, às vezes em tom pessoal forte. Em uma das rodas de conversa durante o coffee break, um representante saca essa:

    “Somos uma empresa cristã!”

    Todos se olham sem entender. E ele completa a filosofia de bar:

    “Sim, somos uma empresa cristã, sempre achamos um culpado para tudo e depois pregamos ele na cruz.”

    Logo assimilado com vários balanços de cabeça aprovativos.

  • #21 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Em um projeto de implementação estratégica utilizando o Balanced Scorecard (BSC) iniciamos por uma etapa de alinhamento conceitual. Nisso o diretor da empresa toma a palavra e profere o seguinte conceito:

    “O BSC é um negócio de um monte de flechinhas apontando para no de quem devemos meter.”

    Adivinhe se o resultado foi positivo ao final do trabalho…

  • #22 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Escolha de nome para marcas sempre é um processo demorado e difícil. Envolve gostos pessoais e a disponibilidade para registro junto ao órgão oficial. Achar um bom nome livre é uma arte. As empresas catarinenses de moda caracterizaram-se pela criatividade (e humor) na suas escolhas. Basta observar as dezenas de outdoors à beira da BR-101. Uma pequena amostra:

    – Disparô
    – Flor Linda
    – Bunita.com
    – Galerinha
    – Kika pricho
    – Onça preta
    – Petit cherie
    – Rose moon
    – Linda moça
    – Rala linda
    – Displicent
    – Manhas e karetas
    – Menina atrevida
    – Moça bonita
    – Katoomba
    – Menina rosa
    – Hefeito
    – Someday
    – Universe teen

    Uma aula de “naming”…

  • #23 escrito por Ary Filgueiras
    há 6 anos atrás

    Felipe, por acaso liseu post agora sobre aula de naming e não estou me aguentando de tanto rir. Sempre fui impactado em doses homeopáticas destes cartazes na “Brio”, mas todos juntos assim é de matar.
    i

  • #24 escrito por Gustavo Campos
    há 6 anos atrás

    Tem coisas que acontecem uma vez só na vida. Estava eu, tempos atrás, iniciando uma reunião semanal com um gerente comercial, cliente nosso.

    Gustavo: Como foram as coisas nesta semana?
    Gerente Comercial: Sabe aquele currículo de gerente comercial que lhe mostrei semana passada?
    Gustavo: Sim, o que tem?
    Gerente Comercial: Eu entrevistei o cara e o contratei
    Gustavo: O que?
    Gerente Comercial: Eu contratei ele como gerente comercial.
    Gustavo: Mas tu é o gerente comercial!!!!!!!
    Gerente Comercial: E pra onde eu vou agora?
    Gustavo: Eu não sei, você contratou o cara!

    Parece incrível, mas aconteceu.

  • #25 escrito por Gustavo Campos
    há 6 anos atrás

    Estava eu ouvindo a choradeira de um potencial cliente, dizendo como o mercado tinha mudado, a concorrência tinha ficado mais pesada e tudo o mais que todos sabem menos este cara, que ficou parado no tempo e perdeu o último trem. Para não dizer o segmento, visto que é muito pequeno e poderia ser identificado, digamos que ele venda sucos naturais. A principal reclamação era que sua equipe comercial não vendia sucos pois chegava nos supermercados somente com este produto para oferecer. Então o santo presidente teve a idéia de dar mais uma “pasta de produtos” para a sua equipe comercial. Comprou 10.000 chuveiros para vender. Quase cai para trás quando o cara falou isso. Inacreditável. O cara vende suco e a sua equipe pede mais produtos e ele compra chuveiro. Nem com reza braba o negócio decola assim!

  • #26 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Certa organização tinha diversos problemas de infra-estrutura, o que gerava constantes problemas para os envolvidos. Em determinado momento, uma destas pessoas toma a iniciativa de indicar alguns pontos de melhoria necessários.
    A resposta é direta: aqui as críticas não são bem vindas e o melhor que tem a fazer é não falar nada.
    Mudar (para melhor) é uma escolha de cada um. Neste caso, a inércia faz a felicidade da concorrência.

  • #27 escrito por Gustavo Campos
    há 6 anos atrás

    Hoje meu acesso ao Internet Banking foi interrompido por uma falha que não tinha reset que consertasse. Então eu liguei para a assistência do Bradesco. E foi ai que começaram a sacanagem com a minha cara.

    Atendente: bla, bla, bla, em que posso ajuda-lo?
    Eu: {expliquei o problema}
    Atendente: Qual a sua versão do Internet Explorer?
    Eu: {conferindo} É a versão 9.0.8
    Atendente: Haaaaaaaa! {Descobrindo alguma coisa que eu não tinha entendido}. Está muito avançado.
    Eu: Como assim? As versões saem para corrigir erros, bugs e falhas de segurança. Vocês de banco que estão atrasados.
    Atendente: Nós só damos suporte para as versões 7 e 8. A sua é muito avançada e não tem suporte.
    …..
    Depois de mais de 2 horas não teve jeito. Eu tive que largar a toalha e assumir. Eu estou muito a frente do meu tempo. Eu uso Internet Explorer versão 9! Eu sou um guru visionário.

    • #28 escrito por Altair
      há 5 anos atrás

      Isso também aconteceu comigo, só que na Caixa, a mesma que solicitou que eu fosse de SP ao RS para cadastrar uma senha na agência que abri uma conta anos atrás.

  • #29 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    A consultoria buscava mudar sua identidade de comunicação, já bastante cansada. Em uma reunião apresenta a sugestão da agência para o novo folder, no jargão específico o “boneco”.
    Nisto um dos consultores, ligado ao movimento gaudério, mostra indignação:
    “Boneco, que boneco? Não venham me dizer que agora vamos ter um bonequinho de símbolo da empresa?”
    Momento ímpar. Risadas pares.

  • #30 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Certo consultor de renome nacional, após longa negociação, fecha verbalmente contrato com grande grupo calçadista. Na sexta feira despede-se do presidente da empresa e combina voltar na próxima semana para assinar o contrato e iniciar o projeto. Antes de ir embora, entrega como presente o seu último livro publicado.

    Durante o final de semana o presidente nervosamente folheio o tal livro e se dá conta da besteira que fez em contratar o consultor. Nada que estava escrito fechava com o que ele acreditava.

    Na segunda feira liga para o consultor e desfaz o negócio. E agradece o tal livro presenteado.

  • #31 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Uma pequena marca esportiva italiana tinha uma operação no Brasil. Resultados e presença inexpressiva eram a tônica do negócio. Então conseguem uma abertura na Rede Globo para enviar seus tênis, seriam utilizados pelos atores da novela de maior audiência. Equipe fica animada.

    O produto acaba no pé de um jovem personagem cujo principal passatempo era descarregar extintores de incêndio em cima de velhinhos que passam na rua. Com direito a close no tênis durante sua fuga.

    A marca que já não tinha muito prestígio, terminou como tênis de marginal. Finito.

  • #32 escrito por Jones Vendruscolo
    há 6 anos atrás

    As marcas se eternizam!!! Certa vez presenciei um colaborador da minha empresa atender um cliente que desejava fazer uma cópia de um documento.
    Ao entrar na loja o cliente solicita euforicamente…. rsrsrs
    – “Bate” um XEROX desse documento.
    o vendedor prontamente pede ao cliente:
    – O Senhor deseja apenas 1 cópia?
    o cliente responde:
    – Não, eu quero um XEROX, porque os “caras” do Detran são muitos chatos.

    Xerox é cópia assim como Omo é sabão em Pó.

  • #33 escrito por Jaqueline Barbosa
    há 6 anos atrás

    Definitivamente enquanto alguns consultores comerciais não “desentranharem” do seu produto, jamais conseguirão criticá-lo. Certa feita a empresa foi “assistir” a uma apresentação de um software para área de RH e Gestão de Pessoas, quando o “vendedor” (fabricante, desenvolvedor e apaixonado pelo software) após a apresentação, saiu com essa : “- Olha meu caro, simplesmente, a humanidade não está preparada para este software”.

    Humm…para quem ele é feito então meu querido?

  • #34 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 6 anos atrás

    Em uma ensolorada segunda feira o gerente mostrava as dependências da empresa ao recém contratado comprador.

    Ao andarem pelo lado externo da fábrica encosta um Panamera. Dele sai o sujeito com terno azul bebê, camisa rosa e mocassim branco.

    O novato, na inocência, olha para o gerente e pergunta se aquele cara era bicheiro ou gigolô.

    O gerente retruca: “É teu chefe, seu burro.”

    Um começo com chinelo esquerdo.

  • #35 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava eu na sala de trabalho de um cliente quando um funcionário me chama para participar de uma rápida cerimônia de Ação de Graças que iria parar toda a empresa 20 minutos antes do horário de almoço. Achei interessante a ação promovida pela empresa e fui assistir. Estavam todos envolvidos, cantando e tudo mais. Eu fiquei num cantinho, bem comportado. Ao final, todos passando em direção ao refeitório, o gerente comercial passa por mim e diz:
    – Ué, até você aqui!

    Naquele momento eu me achei o representante do inferno. Parecia que tinha uma procuração do diabo para estar ali.
    Devo estar cobrando demais desempenho das equipes. Deve ser isso. Pelo menos foi o que pensei.

  • #36 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 5 anos atrás

    A empresa precisava crescer. E para isso novos clientes eram fundamentais. Nesse objetivo, havia um plano de visitar e apresentar os produtos. Em uma reunião prévia antes de ir a um importante prospect, o inseguro dono do negócio diz:

    “Tenho medo se apresentarmos nosso produto lá e não quiserem fazer o projeto. Eles fecharão as portas para nós.”

    Em outras palavras, se você acha que não vai dar certo, nem tente, pois assim tem certeza que deu errado. Em resumo, a apresentação não foi feita e obviamente nunca fizeram negócios.

  • #37 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Mais uma do Bradesco Net Empresa. Queria apenas registrar um boleto na carteira 06, coisa que nunca tinha feito neste sistema. Falei com o banco, minha agência, que se esforçou para me ajudar por telefone, mas acabaram passando para a Central de Apoio ao Net Empresa. Daí foram 2 horas, com 3 operadores, fazendo isso, aquilo, desmarcando aqui, ali, reiniciando a máquina e por ai vai. Só o boleto eu digitei 16 vezes (imaginem: razão social, cnpj, endereço, etc). Dezesseis vezes de insucesso, o mesmo erro aparecendo. Depois de 40 minutos com a ultima atendente ela me pede para esperar que iria consultar o seu superior. Espero e ela volta com a solução:
    – Senhor, pelo Net Empresa é impossível você cadastrar um boleto na carteira 06.

    Fiquei pensando: E por que mais de duas horas de tentativas deles? Por que não me disseram logo? Coisas de banco, que tem lucros enormes e colocam gorilas e ursos adestrados para trabalhar como apoio telefônico.

  • #38 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 5 anos atrás

    Em um mundo de marketing um a um, CRM avançados e identificação dos desejos dos consumidores, as empresas de telefonia, internet e TV por assinatura dão um show às avessas.

    Seguidamente recebo ligações dessa empresas. Por exemplo, liga um atendente da GVT (geralmente em hora inconveniente) e a primeira pergunta:

    “Olá, boa tarde, gostaria de saber se o senhor é assinante da GVT?”

    Ou seja, liga da empresa para saber se sou cliente da própria. Uma piada que não tem graça nenhuma. E acham que vão conseguir fazer negócios assim.

  • #39 escrito por Felipe Schmitt Fleischer
    há 5 anos atrás

    Outra especialista em humor corporativo é a SKY TV. Tente deixar de ser cliente. Vão fazer de tudo para te matar no cansaço. Deixar horas no call center, passar por vários atendentes, ligações irão cair.

    E assim mesmo irão tentar te cobrar, pois gostam muito de você e não querem deixar que saia da base de clientes. Vão inclusive alegar que você mudou de ideia, sem você tem mudado. Entendem tanto de consumidores que querem tomar as decisões por ele próprio.

    Experimente ver o mural do Facebook dessas empresas. São uma tábua de “elogios”, desde consumidores a funcionários.

    E o que adianta botar Gisele no comercial? Como disse, o call center é o cemitério do branding.

  • #40 escrito por Marcus Meurer
    há 5 anos atrás

    Em uma companhia de seguros onde trabalhei, recebi do meu gerente uma ficha de visita, segundo ele proveniente do setor de telemarketing, de uma cliente que queria contratar um seguro de vida. Achei estranho que, logo ao chegar, a mesma pediu-me um tempinho, pois estava muito quente, e tomaria um banho, e logo após me atenderia. Em seguida, toca o meu telefone, é o meu gerente, me perguntando como estava andando à visita, e eu disse: OLHA, “TÁ” ESTRANHO, A MULHER FOI TOMAR BANHO E ME DEIXOU AQUI SEM AO MENOS ME CONHECER! MEU GERENTE ENTÃO PERGUNTA: E COMO ELA É? EU RESPONDO: LINDA, LOIRA, TIPO GOSTOSONA!

    Quando voltei para companhia com o negócio fechado, todos me aguardavam as gargalhadas…

    Motivo: A “CLIENTE” era esposa do meu gerente!

  • #41 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 5 anos atrás

    O funcionário na saída da empresa encontra o antigo diretor financeiro no caminho. Ele pede uma carona, sem problemas.

    O funcionário pergunta onde estava o Volvo (um T6 zerado) e ele respondeu que não estava gostando, não se comparava a 550i e a classe E que tinha na capital. Daí, chegam ao Ka, todo sujo. Impagável a cara dele:

    “Hoje é dia do Fusca, e isso é um Fusca contemporâneo…”

  • #42 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 5 anos atrás

    O funcionário chega ao hotel no interior do Nordeste brasileiro. O fato de ter cama limpa e um chuveiro quente já é algo que gera satisfação. Mas ele queria um pouco mais.

    Querendo conectar seu notebook, liga para a recepção e pergunta se há ponto de rede. Educadamente a moça diz que sim e envia um moço para o apartamento auxiliar na tarefa.

    Ao chegar no quarto, o rapaz alegremente aponta o ponto de rede: 2 ganchos nas paredes para prendê-la.

  • #43 escrito por Adijailson
    há 5 anos atrás

    Temos presentes diários que ganhamos e não abrimos….

    É fato!! você viu o dia hoje como começou? que lindo sol e mesmo assim preferimos comentar pessoal hoje a tarde vai chover e será um infermo transito e chuva, mas ainda nem chegou a tarde mas normalmente nossa capacidade de ver o lado ruim é maior… Quantas vezes voce ouviu alguém falar que dia lindo?
    Quantas vezes você ouviu um colega falar: hoje estou bem , estou feliz….e quantas vezes voce ouviu falar que dor de cabeça, cansadoi….
    E as notícias? Quantas notícias boas lhe deram hoje? e quantas ruins
    Cuidado que isso pode te contaminar… mas também pode te contagiar……
    Só depende de VOCE!!!

    • #44 escrito por Gustavo Campos
      há 5 anos atrás

      Olá Adijailson. Obrigado pelo comentário. A mensagem é de esperança e muitos destes fatos de somente olhar o lado negativo geram muitos fatos curiosos e de humor corporativo mesmo. Aconselhamos que se você tiver uma situação destas, de humor corporativo, volte a nos escrever. Nós aprovamos o seu comentário para lhe pedir isso. Desta forma, esta seção do blog ficará com o seu uso mais enquadrada. Sei que você deve ter inúmeras histórias engraçadas e até mesmo impossíveis de se acreditar que aconteceram (o mundo corporativo consegue isso). Desta forma, estamos ansiosos por receber novidades suas. Seus comentários de otimismo, esperança, mensagens, etc, podem ser utilizadas em algum comentário em nossa pagina do Facebook. http://www.facebook.com/pensadormercadologico . Mais uma vez obrigado.

  • #45 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava eu utilizando os serviços de uma gráfica pela primeira vez, como nossa fornecedora de um projeto de venda contínua, todo o ano. Imprimi inicialmente 8 cadernos iguais do produto que foi vendido. Digamos que tenha dado R$ 1.000,00 cada book. Próximo mês, vendi mais um (igual aos outros) e vou lá imprimir o meu nono book com eles. Valor: R$ 1.250,00. Desconformado, pergunto os motivos do aumento de 25% se estou em um projeto de venda mensal e durante todo o ano eu irei imprimir o book com eles. A resposta é: Da última vez você imprimiu 8 cadernos e agora somente 1. Admira-me que nesta época ainda existam empresas que entrem no humor corporativo por terem políticas comerciais de 1950, onde o volume era o principal indicador. Fidelidade nem pensar. Se fossem uma companhia aérea iriam dizer para o passageiro que viaja toda a semana pela empresa para comprar todos os tickets em janeiro, de uma vez só, pois semanalmente incomoda muito. Só rindo para entender este conceito de fidelidade e parceria.

  • #46 escrito por Aline Jaeger
    há 5 anos atrás

    Sou leitora voraz de livros. Desde pequena amo comprar livros e visitar bibliotecas e livrarias. A minha livraria preferida é a Cultura em Porto Alegre.
    Um certo dia, depois de passar um tempinho sem visitar a livraria entrei no local alegremente e contagiada pelo clima do local. Eu tinha uma lista de livros que queria comprar e quando achava um deles o empilhava nos meus braços.
    Eis então que um atendente vem me ajudar com os livros. Conversando com o rapaz eu logo disse: O meu sonho era entrar aqui com um carrinho de supermercado.
    A resposta do rapaz foi cruel: Senhora, não permitimos a entrada de carrinhos na livraria.
    Sim, eu respondi, por isso que é um sonho.
    Que balde de água fria nesse meu sonho hein?
    Pois é, será que custaria tanto realizar esse sonho?

  • #47 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Em vendas, o meu tempo aqui na Terra vai acabar e eu não vou ver tudo. Estava em uma empresa analisando a performance dos vendedores / representantes e decidimos ligar para um grupo deles que separamos, para entender o que estava acontecendo. Em particular, um deles não tinha vendido nada em 4 semanas. Então, o telefone dele tocou (a partir daqui os nomes são fictícios):
    – Bom dia José. Aqui é o fulano, da empresa XYZ. Estamos te ligando em tele-conferência com a consultoria para entender os motivos pelos quais tu não tirou nenhum pedido em 4 semanas.
    – (Silêncio)
    – Alô, está ouvindo? Entendeu a pergunta?
    – Olha, vou ser bem sincero com vocês. O principal motivo de eu não ter lhe enviado nenhum pedido é que não fiz nenhuma venda.
    – Hummm (pasmos com o nível de profundidade da análise do vendedor = “não mandou pedido por que .não vendeu”). Mais alguma coisa tu identificou que possa nos ajudar a entender o problema.
    – Não, era isso.
    …..
    E por ai a conversa logo se finalizou e o vendedor fiquei sabendo que 2 semanas depois pediu para sair.
    O mundo das vendas é divertido!

  • #48 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 5 anos atrás

    Algumas empresas, apesar de famosas em seu segmento, preferem adotar o estilo picareta de fazer negócios. Juntamente com um amigo, identifiquei alguns pontos para o cliente identificar de antemão com quem está lidando.

    Se na recepção você encontrar uma secretária estilo periguete e um gerentão com sapato de bico quadrado cor caramelo, se prepare.

    Cuidado! Alta probabilidade de estar com uma empresa que adota o picareta way of life.

  • #49 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 5 anos atrás

    Contratamos uma empresa que vende ar condicionados bem famosa na região do Vale do Sinos. Apresentaram um orçamento que propunha colocar em certo espaço 2 aparelhos de 30.000 btus. Questionados, enviaram um técnico que disse que apenas 1 aparelho de 30.000 btus resolveria.

    Estranhamos, afinal, reduzir pela metade e dar resultado, por que queriam vender o dobro?

    Pois os trapalhões (ou seriam picaretas?) instalaram um aparelho de apenas 22.000 btus. E questionados disseram que tinha 24.000 btus. Ou seja, foram incapazes de reconhecer o aparelho, muito menos o erro cometido.

    Por fim, colocaram a culpa no cliente e trataram como se não fosse com eles. Típica empresa de uma venda só. O negócio deles não é ar condicionado, mas sim colocar os clientes em uma fria.

  • #50 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Há algum tempo atrás, estávamos discutindo em uma grande mesa com a diretoria de uma empresa-cliente que não estava obtendo os resultados que desejava no mercado.
    Discussões para lá e para cá, motivos apresentados pra cá e pra lá, até que toca o celular do presidente.
    Ele atende. Ouve durante um tempo e depois larga a seguinte frase:
    “Não adianta contar comigo, pois estou mais perdido que cachorro que caiu do caminhão de mudança”
    Todos nos olhamos e pensamos: “é verdade. O caminhão passou e está bem longe já. Ficou o cachorro”.
    Se o presidente não sabe para onde vai, imagine o resto. Só rindo mesmo!

  • #51 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Eu costumo dar aulas em muitas universidades. Mas tem umas que se superam. Em uma dessas, estava eu para iniciar o semestre e recebo a ligação do coordenador do curso.
    Ele começa dizendo que recebeu o conteúdo que enviei….
    (Achei legal e pensei que ele iria comentar algo sobre o conteúdo ou me orientar em algum ponto que faltava, mas me enganei)
    – Professor, você nos enviou muitos slides e passou da nossa cota de impressão.
    (Argumentei que era uma aula de pós-graduação, e que se imprimisse 3 slides por pagina não iria passar tanto assim do limite, mas não houve jeito. Não foi impresso o material).
    Quando chego no primeiro dia e servem o coffee-break para os alunos eu entendo o posicionamento da faculdade. Haviam 8 bolinhos para 19 alunos. Quem pegava primeiro, pegou. O resto comia amendoim ou barrinha de cereal.
    Na mesma noite, na Internet, um aluno publica que no próximo dia teria outro sorteio de bolinho. Que posicionamento a faculdade está construindo heim?
    A educação reduzida a cota de cópias e a bolinhos para alguns.
    Mas com grande humor e paciência os alunos vão aprendendo e talvez um dia estejam em uma posição melhor graças ao conteúdo que assimilaram, mesmo que com fome e sem as suas cópias impressas.

  • #52 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava eu entrando na universidade para a minha primeira aula. Nunca tinha dado aula naquela universidade. Então paro na guarita de entrada e pergunto ao “guarda” / funcionário da universidade:
    – Onde é o Centro 5?
    – (com uma cara de alto espanto) O Centro 5?
    – (Penso que deve ser uma unidade especial, subterrânea, ultra-secreta, pela reação do funcionário). Sim , o 5.
    – Bahh! Fica difícil. O Senhor vai se perder. Vai indo nesta estrada e pergunta para os meus colegas mais pra frente. Bahh, o centro 5.
    – (Vi que era algo muito difícil mesmo. Continuo por mim mesmo, não encontro mais nenhum colega dele, mas encontro o centro 5 sem nenhuma grande dificuldade)

    E assim se forma a imagem de um negócio. Tudo por causa do centro 5.

  • #53 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava eu sentado na poltrona da TAM, muito interessado em um vídeo que estava passando explicando o uso, agora permitido, de celulares em alguns vôos. Ao finalizar o vídeo a aeromoça pega o microfone e fala para todos um baita comercial, se gabando que isto tem nas aeronaves.
    Quando acaba, peço para outra aeromoça me explicar como eu faço para acessar a internet do meu smartphone. Ela me diz:
    – Este serviço não funciona direito. Além disso é caro, muito caro! E além disso, o seu telefone deve ter um plano de roaming internacional.
    – (me arrumando na cadeira, reparo um pouco nas minhas roupas e penso: devo ter cara de pobre mesmo)

    Mas me digam uma coisa: por que fazer aquele comercial todo, por padrão (forçado, obrigado a fazer) se o serviço é ruim, caro e para poucos?

    E por ai se faz um posicionamento.

  • #54 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava no check in de uma companhia aérea e a operadora me pergunta:
    – Janela ou corredor?
    – (pelo meu tamanho e altura, sempre procuro o corredor): Corredor!
    – (fazendo uma cara de quem está sentada na patente com prisão de ventre): não tem mais corredor. Só janela. Pode ser janela?
    – (por uns 10 segundos eu penso na melhor resposta, a menos estúpida para a pergunta dela): Pode!

    Queria saber o que ela faria se eu dissesse que não poderia ser janela. Será que colocaria uma cadeira extra no corredor?

  • #55 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 5 anos atrás

    Os consultores estavam iniciando um projeto em uma grande empresa. Chegamos cedo e fomos colocados na sala de reunião. Esperando sozinhos, os dois comentam entre si sobre uma foto da campanha da marca que estava sobre a mesa:

    “Olha só, como eles conseguiram escolher essa vadia para representar a marca.”

    Segundos depois entra o dono e todo orgulhoso aponta a mesma foto e diz:

    “Vejam aí minha filhona estrelando nossa campanha!”

    Quando você ouvir que os detalhes e os segundos fazem a diferença, acredite.

  • #56 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 5 anos atrás

    Fazer projetos longe de casa proporciona experiências diferenciadas. Uma delas é conhecer a riqueza gastronômica de outras regiões. Em uma dessas visitas, a equipe encosta em uma churrascaria de beira de estrada.

    Um dos comensais pergunta ao garçom:
    Tem uma gordinha aí?

    E o sujeito responde:
    Sim! Deixa que vou te trazer a cozinheira.

    Cada local com sua cultura.

  • #57 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava eu e amigos-clientes em um restaurante me servindo no buffet e ouço a conversa da dona do local com sua cozinheira-chefe:
    – Dona: vai lá dentro e traz mais massa alho e óleo
    – Cozinheira: Não tem mais
    – Dona: Como não tem mais. Eu disse ao cliente que levaria na mesa dele. O que eu vou dizer para ele agora?
    – Cozinheira: Diga que semana que vem tem mais.

    É. Tem gente que pensa simples. Simples até demais.

  • #58 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Outra das histórias de restaurantes. Chego as 20:30 em um restaurante e sento em uma mesa (o estabelecimento fecha as 21:00 horas). Minha esposa vai até o balcão pedir nosso lanche. Pega uma fila e fica uns 12 minutos. Volta e diz que temos que ir, pois já são 20:45 e eles não servem mais nas mesas, só para levar.
    Pergunto o motivo.
    Ela me responde que eles querem fechar as 21 horas e para isso não servem mais a partir das 20:30 horas (mesmo assim deixam formar fila e não informam isso em lugar nenhum)
    Imagine se esta empresa tivesse uma companhia aérea. Talvez tivessem aviões pousando no mato, pois o mais importante é cumprir o horário. Não importa se o cliente teve o que queria, apesar de ele entre tantos, ter te escolhido naquela ocasião.
    Vou parar de escrever pois já chegou na minha hora.

  • #59 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Estava viajando de avião pelo interior de São Paulo e a aeromoça, em um voo curto, anuncia o cardapio: suco de laranja, Coca-Cola ou agua e salgadinhos. Bem resumido, pois demorava apenas 1 hora o trecho.
    Chega com uma bandeja de suco, Coca ou Água e para na minha frente:
    – Eu quero um suco.
    – De laranja?
    – (Pensando uns 20 segundos para ver se falo ou não falo) Sim, de laranja.

    Não sei o motivo da pergunta visto que era somente esta opção de suco. Mas o padrão mecanizado deveria estar no corpo da aeromoça e em voos mais longos devem ter opções. Mas mereceu estar no humor corporativo.

  • #60 escrito por Gustavo Campos
    há 5 anos atrás

    Entro na loja da Sony do Shopping Barra Sul em Porto Alegre esperando uma solução técnica para um problema a principio simples: comprar uma filmadora com tripé.
    Vou direto na seção de filmadoras e pergunto a um atendente:
    – O que tu pode me dizer sobre esta câmera? (apontando para uma)
    – Quase nada!

    Fico pensando por alguns segundos pois para esta resposta não estava preparado. Em uma loja da marca, no mínimo um atendimento mais do que especial e técnico deveria acontecer.

    – Tem alguém que possa dizer algo?
    – Não, mas posso lhe dizer que tem …. (pegando o display que estava na frente da máquina e lendo para mim, como se fosse um analfabeto)

    Agradeço e vou embora. E mais um item para a minha lista de agravamento da crise. Será mesmo que tem crise de mercado ou será crise de gestão?
    É rir para não chorar!

  • #61 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Cheguei no consultório médico e apresentei a carteirinha do plano de saúde. A recepcionista passa uns 5 minutos procurando ficha e nada. Chama outra assistente e depois me perguntam:
    – Já esteve aqui antes
    – Sim, diversas vezes.
    – Não achamos a sua ficha.
    – Humm
    – E não estamos encontrando o formulário do seu plano de saúde.
    – Hummmmmmm
    – Você tem a carteirinha da nossa clínica, uma como esta (me mostrando uma carteirinha de papelão onde se marcam as visitas).
    – Não nunca me deram.
    – Demos sim. Então o senhor nunca veio aqui.
    – Eu vim, já te disse. Tu deves te lembrar. Já vim 3 vezes nos últimos 2 meses
    – Eu lembro de ti mas não deve ser daqui. Se tu tivesse vindo tu terias a carteirinha.
    – Moça, você não encontra a ficha, o formulário do plano de saúde e acha ainda que é eu que não tenho a carteirinha e é eu quem estou louco de dizer que já tive aqui sem nunca ter tido. Com esta organização não devem nem ter me dado esta carteirinha.

    Ficaram quietas e pensativas, mas de cara emburrada. O negócio todo sem processo e bagunçado e a culpa é do consumidor. Benza Deus!

  • #62 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 4 anos atrás

    Certa empresa do ramo da gastronomia faz tele-entregas utilizando motoboys. Um destes sofre um acidente de trânsito sério. As pessoas que chegam até o local, vendo a identificação da empresa, ligam para o estabelecimento para informar o ocorrido:

    “Alô, o motoboy de vocês acabou de sofrer um acidente!”

    A resposta do outro lado: “Ok, mas como estão os pastéis?”

    Tudo é uma questão de prioridades…

  • #63 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 4 anos atrás

    A garota chega no cabelereiro sem hora marcada.
    A recepcionista pergunta: Aonde você mora?
    Ela responde ali na quadra seguinte.
    A mulher insiste: Mas aonde você mora? (já em tom impositivo)
    Eu moro no Metropolitan.
    Resposta imediata: Ah, mas claro que podemos te atender agora mesmo!

    Diga quem você é (e quanto tem) que eu direi se você me interessa.

  • #64 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Minha empregada me diz na sexta-feira pré-carnaval.

    – O sr. não irá me dar folga no carnaval?
    – Não, o feriado é apenas terça.
    – Então pode me descontar pois não virei na segunda.

    Estamos num país que está tudo bem. Depois disso eu tive certeza.

  • #65 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Não é engraçado mas deveria ser. Tem pessoas que não colocam foto no Linkedin, tem 8 amigos na sua rede, eu não conheço o nome e nem a empresa. Será que antes de me adicionar não conhecem mais ninguém da sua rede particular de conhecidos reais? Quando recebo convites assim eu não aceito. Como tem povo solitário neste mundo. Talvez aceite alguns, mas de pena!

  • #66 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Entrei em uma das melhores padarias da cidade e me dirigi ao balcão dos pães e doces. Quando olho para a atendente vejo ela mexendo no nariz, mas com luvas (as mesmas que ela pega os pães). Olho para o balcão e vejo três moscas varejeiras fazendo uma festa privê em cima dos doces. Ela me pergunta o que eu quero. Eu digo: Estou só olhando! E vou embora sem dizer nada, mas para sempre.

  • #67 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Estava no refeitório de uma empresa onde na mesa ao lado um funcionário perguntava a dois outros colegas, em busca de uma resposta razoável para a sua dúvida:
    – Eu não sei por que minha mulher pede para eu comprar 4 sabonetes por mês. Eu só tomo dois banhos por mês. Pra que tanto sabonete?

    Seus amigos deram de ombros pois a pergunta era séria demais e não tinha uma resposta boa. Nenhuma risada. Todos concordavam. Para que tanto sabonete no mês?

  • #68 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Uma empresa me chama para realizar uma auditoria mercadológica em sua marca. Apresento a minha metodologia e o cliente aponta para um dos itens, questionando:
    – Por que investigar o público interno para esta auditoria? Aqui estão todos motivados, tem um clima excelente.

    Eu insisto e o cliente cede, mas continua me dizendo que é perda de tempo.

    Ao sair, enquanto aguardo meu colega que foi no banheiro, duas recepcionistas comentam uma com a outra:
    – Agora é a sua vez. A fulana do RH quer fazer aquela entrevista de descrição de cargo com você.
    – Mas por que mais um dissabor além do salário baixo?

    A outra funcionária não soube responder, mas concordou com a cabeça.
    Fico pensando que a empresa tem um clima bom. Imagina se não tivesse.

  • #69 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 4 anos atrás

    Ao final da reunião, o dono da empresa, sempre bem-humorado e sincero, comenta:

    “Vou confessar que de início não fazia ideia do que era esse tal de Branding. Pensei que era aquele café da manhã que se toma mais tarde.”

    Pensando bem, talvez o branding seja mesmo um brunch para os negócios. Reforça as energias da marca.

  • #70 escrito por Gustavo Campos
    há 4 anos atrás

    Chego cedo no restaurante e pergunto se tem peixe.
    O garçom responde:
    – “Nós não temos total certeza!”
    Fico pensando um pouco, olho para os lados, pois só está ele e eu por perto.
    Pergunto:
    – “Nós quem? Eu tenho dúvida e estou te perguntando. Tem como tu verificar?”
    Depois aquele ditado do pior burro é o burro esforçado se reforça e vira uma verdade. #benzadeus

  • #71 escrito por Gustavo Campos
    há 3 anos atrás

    Estava eu chegando na recepção de uma empresa no Vale dos Sinos, RS. A recepcionista me pergunta:
    – Nome?
    – Gustavo Campos
    – De onde?
    – FOCAL Pesquisas (minha empresa)
    – Falar com quem?
    – Sr. Joaquim, diretor
    – Só aguardar
    Dai vem o próximo da fila. Um senhor bem simples, pelas vestimentas e pela sua maneira. A recepcionista faz o mesmo protocolo.
    – Nome?
    – José
    – De onde?
    – Daqui mesmo, de Campo Bom. Nasci e sempre morei aqui.
    A recepcionista me olha com uma cara de surpresa e eu só balanço os ombros.
    O melhor é perguntar diretamente e objetivamente. Certo que alguns não vão conseguir entender o que tu quer com o “De onde?”. Mas foi engraçado.

  • #72 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 3 anos atrás

    Banheiros e estacionamentos contam muito sobre as empresas. Mas agora há um novo componente para avaliar negócios: o café.
    Chegando na empresa uma funcionária oferece o café. Pergunta se desejamos açúcar ou adoçante. Comento que o bom café merece ser bebido sem nenhum dos dois.
    Prontamente ela responde, então AQUI acho bom você colocar açúcar ou adoçante.

  • #73 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 3 anos atrás

    O novo diretor comercial chega cheio de gás na empresa. Para mostrar seus conhecimentos monta um super relatório com dados de mercado, concorrentes, estratégias. E envia o material por e-mail para seu presidente.
    Ao ler o material, o presidente responde o e-mail perguntando a fonte utilizada.
    A resposta: Arial 12.
    Ele insiste, ok, mas qual a fonte que usou para montar esse material de mercado.
    A resposta: Já te respondi, Arial 12.
    Vida curta teve o novo diretor comercial.

  • #74 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 3 anos atrás

    No interior de SP, entramos no táxi e o animado motorista dispara uma série de perguntas. Quando descobre que somos do sul questiona:
    “E qual é a cultura de vocês?”
    Sem entender direito a pergunta (cultura gaúcha? cultura tradicional?), tentamos descobrir o que ele queria saber.
    A resposta:
    “A cultura! Uai, o que ocês plantam por lá!”

  • #75 escrito por Gustavo Campos
    há 3 anos atrás

    Em um treinamento comercial in company estava sendo implementado um sistema no tablet de agenda comercial, um aplicativo que iria dar condições de planejamento comercial sofisticado para a equipe.
    Depois de 1 hora de treinamento todos os vendedores parecem estar gostando. O instrutor pergunta:
    – Alguma dúvida?
    Um vendedor pergunta: “Onde posso desabilitar a agenda?”
    Pois é! Vida dura esta de querer mudar o mindset de alguns profissionais de vendas.

  • #76 escrito por Felipe Schmitt-Fleischer
    há 2 anos atrás

    Após uma intensa conversa tentando convencer o dono da marca que a gestão dela era importante, ele se sai com essa:
    “Marca em sapato não interessa. Sapato é um buraco onde o cliente enfia o pé.”
    Saí convencido que havia um buraco sim, mas não era o do sapato.

  • #77 escrito por "O vendedor Joaozinho bebia muito e procurou um pastor para pedir uma benção e parar de beber. Assim acontceu. O pastor enfiou sua cabeça tres vezes na agua e disse: de hoje em diante vc nao vai mais beber e seu nome será Jacob de agora Um novo homem
    há 1 ano atrás

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    grato