Ontem, no Globo Reporter, a frase do título deste post chamou a atenção quando pronunciada pelo entrevistado. Originalmente seus créditos são dados ao famoso Friedrich Nietzsche. Com várias interpretações possíveis, quero desenvolver aqui pelo menos uma delas, o meu ponto de vista para este texto. Se nossa caminhada até o dia de hoje pudesse ser traçada na forma de um mapa, poderíamos ver o quão perto passamos de diferentes “perigos” (abismos) do trajeto. Como, muitas vezes, não sabíamos de sua existência, passamos sem receio. Quando sabemos o que temos que enfrentar, geralmente ficamos pensando em inúmeras alternativas de solução e isso leva, quase sempre, a perda de foco de nosso objetivo. O que queremos deixa de ser o objetivo e passa o problema a ser o foco. A consequência é um engrandecimento do problema até virar um “monstro”, algo indomável que muitas vezes nos paralisa e nos faz desistir. Até o momento que alguém desavisado, passa por nós e pelo “monstro” sem ao menos notar a sua presença, e segue viagem. Poderíamos ter feito o mesmo ou pelo menos ter iniciado o confronto para ver se o bicho era tudo isso que imaginávamos. Mas ficamos parados. Quantas vezes algo semelhante aconteceu contigo?

Por outro lado, existem pessoas (e são muitas) fascinadas pelos abismos da vida. As melhores manchetes são as mais negativas. Adoram falar disso, de outros, de coisas e menos deles e de seus futuros possíveis. Prefere viver, bem vivido, a agonia de um dia ruim do que a esperança de um dia melhor. Cava o seu próprio buraco com as próprias unhas, e não se cansa. E a sua missão é fazer com que você olhe bem para o seu abismo, para iniciar uma conversa. Aqui não estou dizendo que temos que fugir ou ser ignorantes sobre os aspectos negativos da vida, do mundo e de seus perigos. Não é isso! Apenas sugiro que não coloquemos o foco da vida nisso, a ponto de tudo ser transformado em abismos. Em quase toda a bibliografia sobre empreendedorismo existe o alerta: “existirão pessoas ao seu redor que se esforçarão para que você desista de seu sonho. Cuidado!”

Desta forma, o convite é viver uma manhã ou uma tarde apenas sem olhar para os abismos. Se policiar e ter um autocontrole para que isso não ocorra. E no final deste turno se avaliar. Se for bom, continue por um proximo turno. Se for um período muito curto para uma conclusão, mais um turno pode ser programado. E se no final deste tempo, começarmos a gostar do resultado, quem sabe não fazer disso um novo jeito de levar a vida? Mas lembre-se: inicie com um turno. Não um dia ou uma semana. Tenha sucesso em um turno. Depois outro e assim sucessivamente.

Bons negócios!

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Gustavo Campos

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Gustavo Campos, administrador por formação, empreendedor por natureza. Muito estudioso, leitor voraz, odeia falar ao telefone. Gosta de tecnologia, apesar de se incomodar em pagar mais caro por ser um dos primeiros a comprar algo. Geek por estilo de vida, sempre está conectado, não sabendo o que seria de sua vida sem notebook, smartphones, tablets, Moleskine e uma boa conexão Wi-Fi com a Internet. Ambicioso, não alcançou ainda nem o início do que quer desta vida. Professor apaixonado pela vida e por sua família, dono do Max e da Pink, o casal de Yorkshires mais famosos da cidade.

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Principais fontes consultadas para este artigo:

– Minhas experiências pessoais e profissionais

– Um olhar atento de consultor e analista de mercado

– Imagem: http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=download&id=1395456

 

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